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Localização On-line de Cândido Mota Localização on-line de ruas em Cândido Mota A HISTÓRIA DE CÂNDIDO MOTA. Conforme consta de documentos registrados e arquivados no Cartório que foram extraídos da paróquia de Botucatu, toda essa região da Média Sorocabana numa extensão de 8.000 Km2 equivalente a 80 mil hectares iguais a 330 mil alqueires de terra era um imenso latifúndio, pertencente a José Teodoro de Sousa, adquirido no ano de 1847. Tem-se notícia que em 1890 a família Alves dos Santos, se estabelecia na Água do Pavão adquirindo uma fazenda denominada Taquaral que ia da Água Paris até o Macuco. Também é desta data 1890, que lá na capital São Paulo, veiculou-se a notícia da existência de uma grande área de terra vermelha e fértil localizada no sul do Estado. A partir daí formou-se uma caravana de desbravadores com a finalidade de reconhecer, ocupar e colonizar esta vasta área de terra ao sul do Estado de São Paulo. Era chefe dessa expedição o Sr. Coronel Valêncio Carneiro, que em 1892, descendo por um ribeirão, que denominaram "Macuco", alcançaram o Rio Paranapanema e ali, na foz do Macuco, às margens do ribeirão, fizeram a primeira roçada e construíram dois ranchos. Daí em diante, várias famílias, começaram a chegar e iam tomando posse destas terras. Em 1907, Coronel Valêncio, seu irmão Josino Carneiro da Costa e sua mãe Maria Amélia Carneiro da Costa, adquirem grande parte da fazenda chamada Macuco, e na Água do Paraíso, levanta a sede, instalando uma sub-sede em "Santa Gabriela", hoje "Agüinha". Em 27 de outubro de 1914 acontece a inauguração da estação da estrada de ferro no povoado e com ela chega o progresso e a conseqüente valorização das terras, agora denominada de "Posto Jacu", ou “Parada do Jacu”, ou ainda “Chaves. Por volta do ano de 1920, Maria Madela Pinto doa uma área de terra para a construção da Igreja e faz o primeiro loteamento ao redor daquele terreno onde se construiria a Matriz; impulsionado pelo empreendimento e pela Estrada de Ferro, a população cresce verticalmente, chegando gente de toda origem, credo e nacionalidade, que compravam terras para o plantio. Época que também começaram a chegar as primeiras cabeças de gado bovino vindas de Botucatu, e a cidade ganha outro nome: Vila de Cândido Mota. O nome foi uma homenagem prestada pelo Sr. Coronel Valêncio Carneiro de Castro ao seu amigo, que na época ocupava o cargo de Secretário da Agricultura do Estado, Sr. Cândido Mota. Em 24/12/1921, pela Lei Estadual 1831/1921, durante o governo de Washington Luiz, é criado o Distrito de Cândido Mota. Em 28/12/1923, pela Lei Estadual 1956/1923, o distrito foi elevado à categoria de Município, cuja instalação verificou-se no dia 13/03/1924. É a partir de 1924 que a história política cândido-motense inicia-se, quando se deu a instalação da Câmara Municipal e a eleição do primeiro Prefeito, Antônio da Silva Vieira. Em 1930, a cultura do café já tomava conta de quase toda área, e a cana de açúcar, a mamona e o cultivo do bicho da seda surgem e passam a figurar na Economia Agrária do Município. Em seguida entra o ciclo do trigo, da soja, milho e da mandioca, que, juntamente com a cana e o café, constituem ainda hoje a atividade econômica do nosso município, que por muitos anos ostentou o título de princesinha do café e rainha da mandioca. Hoje Cândido Mota, com seus 85 anos de emancipação política, pode-se dizer que é fruto do trabalho de incansáveis e heróicos homens, patriarcas das tradicionais famílias que aqui se instalaram e que enfrentando a mata virgem a ser desbravada; os bichos selvagens em abundância; doenças de todas as espécies, vivendo e sobrevivendo em condições precárias, sem médico, sem luz, andando pelas matas a pé ou no lombo de um cavalo, foram os verdadeiros pioneiros, os desbravadores desta terra que tanta riqueza produz. Foi com a coragem e o suor destes valentes homens de brio que se construiu o futuro e o progresso de nossa cidade. Esta cidade que hoje é nosso berço, uma dádiva que nos é deixada como herança. Uma terra roxa e produtiva, acolhedora e fraterna que hoje orgulhosamente e com carinho chamamos de O GIGANTE VERMELHO.
Cândido Mota, minha terra altaneira, cidade hospitaleira, terra do meu coração. Cândido Mota, onde tudo aqui prospera, e o povo sempre espera dos governos em ação. Muitas escolas estradas asfaltadas ruas sempre iluminadas e todos a sorrir. Cândido Mota, cafezais sempre florindo que vão contribuindo prá grandeza do Brasil. Cândido Mota, água tão boa e pura que junto à agricultura nos faz acreditar. No seu futuro tão pujante e forte, gritar de sul a norte o seu grande valor.
INTERPRETAÇÃO: PEÃO DO VALLE E VALENTIN COMPOSITORES: MORACI TEODORO RAMOS E PEÃO DO VALLE Com a benção da padroeira nossa senhora das dores Vai nossa humilde homenagem a todos os moradores Nessa grande atração que é o rodeio brasileiro A maior festa do peão que é o gigante vermelho Me chamam de pé vermelho respondo com gratidão Desde quando eu nasci amasso o barro desse chão Sou filho dessa cidade com muita satisfação Sou bairrista de verdade e defendo meu torrão Eu sou de Candido mota terra roxa de paixão Eu aqui fui lenhador quando ainda era sertão Tombei a mata e plantei café arroz e feijão Fui carreiro capataz fui vaqueiro e peão Tenho em meu DNA a poeira desse chão Eu sou de Candido mota terra roxa de paixão Meu município destaca-se no estado e na união Com seu solo rico e fértil liderando a produção Quase cem mil hectares tem a sua extensão Tem oitenta e cinco anos sua emancipação Eu sou de Candido mota terra roxa de paixão Mais de trinta mil pessoas de um povo amigo irmão Gente bonita e honesta e de boa educação Recepcionando sempre com carinho e atenção À quem vem nos visitar a trabalho ou diversão É assim Candido mota terra roxa de paixão
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